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O que é a Rede Pólvora?

A concepção da Rede Pólvora surgiu em 2001, quando Wanderley de Souza, então Secretário de Ciência e Tecnologia do Estado do Rio de Janeiro, idealizou uma maior integração entre o mundo acadêmico e o mundo pericial. Sua experiência como microscopista e membro fundador da SBMM fez com que ele vislumbrasse o grande potencial dessa técnica para análise de evidências coletadas em cenas de crime.
Ainda em 2001, foi implementado um Edital de Fomento a Projetos em Ciência e Tecnologia na área de segurança pública, dentro do Programa de apoio as entidades estaduais, visando o aperfeiçoamento técnico científico das operações policiais e de inteligência, a partir de demandas de projetos identificados em conjunto pelas Secretarias de Estado de Ciência, Tecnologia e de Segurança Pública sempre levando em conta o objetivo de dar suporte as estratégias de atuação das forças de segurança.

Nessa primeira fase, 6 sub-projetos foram selecionados, envolvendo instituições como UERJ, UFRJ, UENF, IME, PUC-Rio, Fiocruz, ISERJ, UCM, UFF, UNIG e FGV

Em agosto de 2001 foi realizado o Colóquio sobre Ciência e Tecnologia na área de Segurança Pública no Instituto Militar de Engenharia.

As duas fases seguintes contemplaram 8 projetos do Instituto de Criminalística Carlos Eboli, Instituto Médico Legal Afrânio Peixoto, ADADEPOL/RJ e Centro Tecnológico do Exército, sendo um em conjunto com a UFRJ.
Juntos, o orçamento destinado a esses projetos totalizou R$ 3.274.677,09

Em 2003, quando Wanderley de Souza passou a integrar a equipe do então Ministro da Ciência e Tecnologia Roberto Amaral, foi então criado o Programa de Ciência e Tecnologia Aplicado à Segurança Pública, programa este conjunto entre o MCT e o MJ, que conta com recursos do CTInfra repassados aos pesquisadores pelo CNPq. Esse programa envolve 3 grandes áreas: DNA forense, entomologia forense e Microscopia Eletrônica Aplicada a Balística Forense.
Para a área de Microscopia Eletrônica Aplicada a Balística Forense, Wanderley de Souza convidou o então Cap André Luiz Pinto (atualmente Maj do Exército Brasileiro) para coordenar os laboratórios que comporiam a Rede. Os laboratórios foram escolhidos entre os mais participativos da SBMM e passaram pelo sistema de avaliação por pares do CNPq.

 

 

Desde 2004, quando a Rede foi oficialmente iniciada, foram realizados 3 eventos:

Seminário de Balística Forense Avançada
Local: Instituto Militar de Engenharia, Rio de Janeiro
Data: 01 a 03 de setembro de 2004

I Simpósio Brasileiro de Microscopia Aplicada às Ciências Forenses (em conjunto com o XX CSBMM)
Local: Águas de Lindóia, São Paulo
Data 26-29 de agosto de 2005

II Simpósio Brasileiro de Microscopia Aplicada às Ciências Forenses (em conjunto com o MICROMAT 2006)
Local: Florianópolis, Santa Catarina
Data 08a 12 de outubro de 2006

Além disso, a Rede Pólvora apoiou o I Congresso Militar de Criminalística, realizado na ECEME, Rio de Janeiro, nos dias 05 a 08 de novembro de 2006.
O próximo encontro será durante o XXI CSBMM em Búzios, Rio de Janeiro, no período de 26 a 29 de agosto de 2007.

Downloads

Programa MJ-MCT
Ata da 1a reunião – 03/09/2004
Ata da 2a reunião – 28/08/2005
Ata da 3a reunião – 12/10/2006
Boletim da Rede Pólvora no. 1
Boletim da Rede Pólvora no. 2
Boletim da Rede Pólvora no. 3
Boletim da Rede Pólvora no. 4

Ata da Mesa Redonda do I Seminário de Balística Forense Avançada

 número especial da revista Perícia Forense com os trabalhos do I SBMACF

 Revista Prova Material no. 6


cartaz do Colóquio sobre Ciência e Tecnologia na área de Segurança Pública (2001)
cartaz do I Seminário de Balística Forense Avançada (2004)
programa do I Seminário de Balística Forense Avançada (2004)
cartaz do I Simpósio Brasileiro de Microscopia Aplicada às Ciências Forenses (2005)
programa do I Simpósio Brasileiro de Microscopia Aplicada às Ciências Forenses (2005)
cartaz do II Simpósio Brasileiro de Microscopia Aplicada às Ciências Forenses (2006)
programa do II Simpósio Brasileiro de Microscopia Aplicada às Ciências Forenses (2006)


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